Staking de criptomoedas: como funciona essa recompensa?

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O mercado de criptoativos atrai cada vez mais investidores em busca de mais oportunidades financeiras. Entre as diversas formas de obter renda nesse ambiente, existe a opção de fazer o staking de criptomoedas.

O procedimento permite aumentar o potencial de retornos da carteira, enquanto contribui para a proteção e o funcionamento das redes blockchain. Se você já participa do mercado cripto ou deseja ingressar nele, é válido saber mais da estratégia.

Descubra neste artigo o que é staking e como funciona essa recompensa, além de conhecer algumas alternativas que permitem a sua realização!

O que é staking de criptomoedas e como ele funciona?

O staking de criptomoedas é um processo em que os investidores bloqueiam seus ativos em uma carteira digital para apoiar a segurança e a funcionalidade de uma rede blockchain. Em troca, o usuário recebe uma recompensa em criptoativos.

A técnica é usada em redes que utilizam o mecanismo de consenso chamado PoS (proof of stake). Diferentemente do modelo PoW (proof of work), que utiliza mineração para validar transações, o PoS escolhe os validadores conforme a quantidade de moedas deixadas em staking.

A modalidade surgiu como uma contrapartida à crítica ambiental em torno das criptomoedas. A razão é que, no sistema PoW, os usuários precisam usar o poder de processamento de suas máquinas para resolver complexos problemas matemáticos.

Normalmente, é preciso deixar o equipamento ligado por dias ou semanas, gerando um elevado consumo de energia. Nesse contexto, o PoS foi revolucionário ao eliminar essa etapa da mineração de criptoativos. 

Afinal, nele, basta o usuário travar uma quantidade de criptomoedas em sua carteira para ter a chance de ser selecionado para minerar novos ativos. O processo pode ser feito em carteiras digitais compatíveis com o protocolo PoS ou por meio de plataformas de staking. 

Quanto maior a quantidade de moedas travadas, mais elevadas são as chances de o investidor ser escolhido como validador e receber recompensas. Os benefícios variam dependendo da criptomoeda e da plataforma utilizada. 

Com quais ativos é possível fazer staking?

O staking está disponível para uma ampla variedade de criptomoedas, cada uma com suas especificidades e retornos potenciais.

Confira exemplos das principais criptomoedas que suportam o procedimento!

ETH (Ethereum)

O ETH é a criptomoeda nativa da rede Ethereum, criada em 2014 por Vilatik Buterin. Inicialmente, ela funcionava sob o protocolo PoW, de modo semelhante ao BTC (bitcoin). Contudo, a rede fez uma atualização, chamada The Merge, em setembro de 2022, mudando para o modelo PoS.

ADA (Cardano)

Conhecida por sua rede robusta e eco-friendly, a ADA oferece uma das experiências de staking consideradas mais acessíveis. Além disso, a rede Cardano disponibiliza um ecossistema diversificado, incluindo smart contracts, dApps (decentralized applications) e uma comunidade global engajada.

AVAX (Avalanche)

A blockchain Avalanche também utiliza o modelo PoS na emissão de seu token nativo AVAX. A característica possibilita o staking com potencial de obter altas taxas de rendimento. Sua crescente adoção em projetos DeFi (decentralized finance) tende a consolidá-lo como um ativo digital relevante.

SOL (Solana) 

A Solana é uma das blockchains mais rápidas da atualidade, usando o protocolo PoS na validação de operações do seu ativo SOL. Existem diversas plataformas que oferecem a possibilidade de fazer staking com um retorno atrativo.

DOT (Polkadot) 

A Polkadot surge como uma solução inovadora para a fragmentação do ecossistema blockchain. A rede permite a conexão e a comunicação entre diferentes blockchains, utilizando o PoS — que permite o staking do seu token DOT. 

Quais são as vantagens e desvantagens do staking de criptomoedas?

Agora que você viu exemplos de criptomoedas que possibilitam a realização de staking, é importante conferir as vantagens e desvantagens da prática. Como qualquer estratégia de investimentos, conhecer esses pontos ajuda a tomar decisões fundamentadas.

Acompanhe os benefícios e pontos de atenção!

Vantagens

Uma das principais vantagens do staking é a possibilidade de obter renda passiva, apenas travando suas moedas na rede. Ou seja, o investidor não precisa adotar uma postura ativa para potencializar os seus ganhos.

Ademais, ao participar do staking, o investidor colabora para fortalecer a segurança e a descentralização da blockchain. O motivo é que as moedas que ficam travadas oferecem liquidez para a rede — impedindo que haja problemas na sua negociação.

Como visto, comparado ao modelo PoW, o PoS é muito mais eficiente em termos energéticos. A razão é que não há necessidade de deixar a máquina ligada para conseguir minerar os criptoativos, reduzindo o consumo de energia e contribuindo para a sustentabilidade do planeta.

Desvantagens

Já no campo das desvantagens, o usuário que faz staking tende a ampliar a exposição à volatilidade, aumentando os riscos. Tenha em mente que, enquanto as moedas estiverem travadas, ele não consegue negociá-las. Assim, caso o ativo tenha uma queda repentina, pode haver prejuízos no momento de vendê-lo.

Outro ponto negativo é a diminuição da liquidez. Algumas redes exigem que as moedas fiquem bloqueadas por um período específico, impedindo a realização de um resgate e a conversão do ativo em dinheiro rapidamente.

Eventuais problemas na rede, como hacking ou vulnerabilidades de sua programação, também são vistos como desvantagens. A ocorrência desses eventos tende a reduzir a confiança do mercado nos ativos e impactar o seu preço e o retorno esperado.

Quais são as alternativas para investir em criptomoedas?

Para quem deseja explorar o mercado de criptomoedas, mas não se sente à vontade com o staking, existem outras opções viáveis. Uma delas é a compra direta de criptoativos por meio de exchanges — plataformas que fazem o intermédio das operações.

Também existe a possibilidade de se expor indiretamente ao mercado cripto por meio de fundos de criptomoedas e ETFs (fundos de índice) ligados aos ativos. Uma vantagem dessas alternativas é a segurança institucional desses veículos financeiros em relação ao investimento direto.

Os fundos são encontrados em plataformas de investimento e na B3 (a bolsa de valores brasileira), contando com fiscalização e proteção institucional. Para fazer suas escolhas, ter o suporte de um assessor de investimentos pode ser determinante para você investir em criptoativos.

Por exemplo, o time da Elo Forte possui ampla expertise no mercado nacional, internacional e alternativo — como o de criptomoedas. Nossos profissionais conseguem apresentar os investimentos mais apropriados para o seu perfil e objetivos.

Como você viu, o staking de criptomoedas é uma estratégia viável para investidores que buscam diversificar sua renda no mercado de criptoativos. Se você tem interesse na estratégia ou deseja ingressar no ambiente cripto, considere contar com ajuda profissional.

Quer começar a investir em criptomoedas com alternativas presentes no mercado nacional? Abra a sua conta na XP e peça o suporte do time da Elo Forte, parceira do Eu Posso Investir!

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