Poupança ou CDB: onde investir?

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Pessoas que priorizam segurança e a preservação do capital na hora de investir encontram alternativas nas aplicações de baixo risco. Nesse caso, é comum ficar em dúvida entre poupança ou CDB (certificado de depósito bancário) — dois dos investimentos mais populares no Brasil.

Ambos são aplicações em renda fixa e, por esse motivo, têm rentabilidade prefixada ou atrelada a indicadores econômicos. Assim, eles são vistos como aplicações mais previsíveis, frequentemente buscadas por investidores de perfil conservador.

Mas qual é melhor: poupança ou CDB? Acompanhe a leitura deste artigo e confira as informações sobre esses investimentos para obter a resposta!

O que é poupança?

A poupança é um investimento popular no Brasil e, comumente, é uma escolha de quem quer começar a investir. De modo geral, trata-se de uma aplicação utilizada para guardar dinheiro de forma prática, simples e segura.

Acompanhe os detalhes da alternativa!

Rentabilidade

O rendimento da poupança é calculado com base na Selic — a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, geralmente, a cada 45 dias.

O retorno da poupança com base na Selic segue duas regras:

  • Selic acima de 8,5% ao ano: a poupança rende 0,5% ao mês + Taxa Referencial (TR);
  • Selic igual ou abaixo de 8,5% ao ano: o rendimento é de 70% da Selic + TR.

Liquidez

A poupança possui liquidez diária. Portanto, ela pode ser resgatada a qualquer momento. A característica faz do investimento uma opção comum para quem deseja formar uma reserva financeira. Porém, a escolha não costuma ser considerada a ideal, já que a caderneta tende a não acompanhar as variações da inflação.

Mais um ponto é que, apesar da liquidez diária, o rendimento da poupança ocorre apenas uma vez ao mês, no chamado aniversário. Ou seja, se você depositar um montante na aplicação em 30 de outubro, o retorno ocorre apenas em 30 de novembro.

Caso o resgate seja feito antes desse prazo, você não tem ganhos no período referentes à quantia retirada.

Tributação

Outra característica que contribui para a popularidade da caderneta é que ela é isenta de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas. Desse modo, o total dos rendimentos da alternativa fica disponível para o investidor.

Segurança

Vale saber também que a caderneta de poupança tem a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A cobertura oferecida por ele funciona como uma espécie de seguro em caso de falência da instituição emissora — tornando a aplicação uma escolha de baixo risco.

A cobertura oferecida pelo FGC é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e instituição financeira. Além disso, há um limite de R$ 1 milhão que se renova a cada 4 anos.

O que é CDB?

Já o CDB é um título bancário que funciona como um empréstimo do investidor para a instituição financeira. Em troca do montante aplicado, o banco oferece uma rentabilidade como forma de remuneração.

Conheça os principais atributos dos CDBs!

Rentabilidade

Diferentemente do que ocorre com a poupança, o CDB oferece diversos tipos de rentabilidade. Por essa razão, a aplicação permite ao investidor escolher a opção que mais se alinha aos seus objetivos financeiros e perfil.

Os títulos do tipo podem oferecer as seguintes rentabilidades:

  • CDBs pós-fixados: têm sua rentabilidade atrelada a um indicador de mercado, como o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que acompanha de perto a Selic;
  • CDBs prefixados: sua taxa de retorno é definida no momento do investimento. Com isso, o investidor sabe exatamente quanto receberá no vencimento;
  • CDBs híbridos: combinam uma taxa fixa com a variação de um índice de inflação. Esse formato consegue atender a investidores que desejam proteger o poder de compra do capital alocado.

Liquidez

Os prazos de investimento e os níveis de liquidez dos CDBs variam. Existem títulos com vencimento no curto, médio e longo prazo. Nesse contexto, há alternativas com liquidez apenas no vencimento e outras que podem ser resgatadas diariamente.

Entre os CDBs com liquidez diária, o investidor encontra alternativas com carência. Trata-se de um período durante o qual não é possível resgatar o montante alocado. Vale mencionar que a tendência é que, quanto menor a liquidez do título, maior seja sua rentabilidade.

Segurança

Assim como a poupança, os CDBs têm a garantia do FGC. Os valores cobertos seguem a mesma lógica aplicada à caderneta, oferecendo mais segurança ao investidor que aplica recursos nessa alternativa.

Tributação

Por outro lado, os CDBs estão sujeitos à tabela regressiva de Imposto de Renda. Porém, o tributo incide apenas sobre os lucros que o investimento apresentar. Quanto mais tempo a aplicação é mantida, menor é a alíquota aplicada.

Ainda, em caso de resgate nos primeiros 29 dias de aplicação, há incidência do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) sobre os rendimentos do CDB. O tributo segue uma tabela regressiva até zerar no trigésimo dia.

CDB ou poupança: qual é o melhor investimento?

Como você viu, tanto o CDB quanto a poupança são investimentos de renda fixa, de baixo risco e com cobertura do FGC. Em razão das semelhanças das aplicações, é comum surgirem dúvidas sobre qual é a melhor alternativa.

Para começar, escolher entre CDB ou poupança depende dos objetivos e do perfil de cada investidor. Além disso, a determinação da aplicação ideal requer uma análise do tempo pelo qual você está disposto a manter o dinheiro alocado. 

Conforme visto, a poupança é uma opção de fácil acesso, isenta de IR e com liquidez diária, mas seu rendimento só é creditado mensalmente e não paga 100% da Selic. Já o CDB, embora tributado, tende a oferecer maior rentabilidade do que a caderneta, além de diferentes modalidades e prazos.

Quando são híbridos, os CDBs oferecem retorno acima da inflação. Os pós-fixados também tendem a manter o poder de compra do capital investido. Isso ocorre porque, como você aprendeu, o CDI acompanha de perto a taxa básica de juros.

Por sua vez, a Selic é ajustada pelo Copom, que considera os níveis de inflação para tomar suas decisões sobre a taxa. Apesar das vantagens, muitos CDBs têm prazo de carência e liquidez apenas no vencimento, exigindo planejamento do investidor.

Desse modo, ambas as opções podem ser úteis. Contudo, elas não são as únicas disponíveis para quem deseja alternativas de baixo risco. Investimentos como letras de crédito imobiliário (LCIs) e do agronegócio (LCAs), além de títulos do Tesouro Direto, são alternativas a considerar.

Portanto, cabe ao investidor analisar quais são as condições oferecidas e se elas atendem a seus objetivos. Essas informações permitem criar um plano concreto para suas aplicações.

Conclusão

Neste conteúdo, você aprendeu características e distinções úteis para escolher entre investir na poupança ou em CDB. Sabendo que os investimentos coincidem em certos pontos, mas possuem distinções, fica mais fácil tomar decisões informadas.

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